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Cromatografia, Ressonância Magnética e Espectrometria de Massas

Fornece a massa exata da amostra analisada e portanto acesso à formula empírica

A configuração CL-RMN/EM foi introduzida pela primeira vez pela divisão BioSpin da Bruker em 1999. Um sistema de CL-RMN, incluindo uma unidade de amostragem de picos (BPSU-36) da Bruker, foi acoplado a um espectrômetro de massas com armadilha iônica modelo Esquire da Bruker Daltonics, por meio de interface RMN-EM (BNMI) da Bruker.

Atualmente, a maioria dos espectrômetros de massas por tempo de voo maXis / micrOTOF são utilizados em sistemas hifenados.

Os espectrômetros de massa por tempo de voo fornecem a massa exata da amostra analisada e, portanto, acesso à formula empírica. Isso, em conjunto com os espectros de NMR para o composto, frequentemente oferece as respostas para as suas perguntas.

Os espectrômetros de massa e o software de controle estão completamente integrados à instalação do LC-NMR. Durante a separação cromatográfica, o espectrômetro de massa fornece os espectros de massas dos picos eluídos. Por outro lado, permitem ao HyStar™ acionar a coleta de picos cromatográficos em alças (CL-RMN), ou cartuchos EFS (LC-SPE™ NMR) com base nos cromatogramas de massas.

A técnica relativamente nova de LC-SPE NMR e a espectrometria de massas formam uma excelente combinação. A EFS como interface entre CL e RMN permite a utilização de solventes não deuterados na separação cromatográfica, simplificando, dessa forma, os espectros de EM adquiridos. O enriquecimento das amostras através de corridas cromatográficas repetidas requer alta confiabilidade na detecção de picos. Essa detecção de picos é facilitada em grande medida pelo uso de cromatogramas de massas altamente sensíveis, e em seguida por cromatogramas de UV.