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Imagem de Partícula Magnética (MPI)

Uma tecnologia totalmente nova para a imagem pré-clínica

O Sistema Magnético de Partículas (MPI ) é uma tecnologia totalmente nova para a imagem pré-clínica. A adição de MPI como uma técnica de imagem pré-clínica complementar para estudo de doenças, de investigação translacional e de descoberta de drogas, tem um potencial significativo no sentido de ajudar os pesquisadores ganhando novos insights sobre processos de doenças no órgão, de nível celular e molecular.

O novo scanner pré-clinico MPI da Bruker foi desenvolvido em colaboração com a Royal Philips, em uma parceria que combina a liderança da Bruker em instrumentos de ressonância magnética de análise e imagem pré-clínica por Ressonância Magnética (RM) com os pontos fortes da Philips em imagens médicas. MPI é uma nova tecnologia de imagem médica que foi inventado e desenvolvido por cientistas da Philips e uma prova do princípio foi publicada na revista Nature em 2005. A técnica de imagiologia tomográfica MPI se baseia na detecção das propriedades magnéticas de nanopartículas de óxido de ferro injectados na corrente sanguínea para produzir imagens tridimensionais.

O potencial da tecnologia para a investigação médica e industrial e, finalmente, o atendimento ao paciente, tem sido demonstrado em vários estudos como, por exemplo, a tecnologia MPI, usada para produzir imagens em tempo real, que captam com precisão a atividade no sistema cardiovascular de um rato. Na verdade, a capacidade de adquirir imagens de alto tempo-resolução em questão de milésimos de segundo, permite novas aplicações em que a resolução temporal é capaz de resolver questões não abordadas por muitas técnicas de imagem existentes.